Mostrando postagens com marcador Pré-Modernismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pré-Modernismo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

relato das atividades

O nosso grupo gostou deste método  diferente usado nas aula , foi bem interessante pois fez com que nós  pudéssemos se envolver entre si para pesquisar , trocar ideias e com isso aprendendo de um jeito diferente e legal .

grupo: Andria, Emilly, Jéssica e Luísa

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Arte e Pinturas do Pré- Modernismo


Pré-modernismo (1902-1922)



Este movimento teve início em 1902, com a publicação do livro Os Sertões, de Euclides da Cunha e Canaã, de Graça Aranha. Marcado como um período de transição, onde podemos encontrar tanto características conservadoras, originárias do parnasianismo e simbolismo, como obras focadas na realidade brasileira da época, com um caráter mais moderno. Os movimentos não se sucederam, eles passaram a coexistir.
Essa nova arte aparece inicialmente através da atividade crítica e literária de Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e alguns outros artistas que vão se conscientizando do tempo em que vivem. Oswald de Andrade, já em 1912, começa a falar do Manifesto Futurista, de Marinetti, que propõe “o compromisso da literatura com a nova civilização técnica”. Mas, ao mesmo tempo, Oswald o escritor alerta para a valorização das raízes nacionais, que devem ser o ponto de partida para os artistas brasileiros.
Assim, cria movimentos, como o Pau-Brasil, escreve para os jornais expondo suas idéias renovadoras de grupos de artistas que começam a se unir em torno de uma nova proposta estética. Nesta época, vigorava o academicismo na Escola de Belas-Artes, passando despercebida a exposição feita em 1913 pelo lituano Lasar Segall. Três anos mais tarde, a pintora Anita Malfatti estava de volta ao Brasil, adulta e madura, sentindo-se suficientemente segura para expor sua nova concepção de arte, voltada para o Expressionismo.
Confiante com os comentários favoráveis de amigos e, particularmente, do crítico Nestor Rangel Pestana, assim como nas palavras de incentivo de modernistas como Di Cavalcanti e outros, Anita não hesitou em reservar um espaço nas dependências do Mappin Stores, e em 12 de dezembro de 1917, realizou uma única exposição de seus trabalhos.
A exposição de Anita Malfatti provocou uma grande polêmica com os adeptos da arte acadêmica. O mais forte foi um artigo de Monteiro Lobato, para o jornal O Estado de S. Paulo, intitulado: “A propósito da Exposição Malfatti”, da edição de 20 de dezembro de 1917, onde ele fez duras críticas ao trabalho modernista da pintora.
Em posição totalmente contrária à de Monteiro Lobato estaria, anos mais tarde, Mário de Andrade. Suas idéias estéticas estão expostas basicamente no “Prefácio Interessantíssimo” de sua obra Paulicéia Desvairada, publicada em 1922.
Essa divisão entre os defensores de uma estética conservadora e os de uma renovadora, prevaleceu por muito tempo e atingiu seu clímax na Semana de Arte Moderna realizada nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo.


 Andria,Emilly,Jéssica e Luísa
Fonte: http://proartegaleria.wordpress.com/pre-modernismo-1902-1922

sábado, 13 de setembro de 2014

Psicologia de um Vencido

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância, 
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundissimamente hipoconríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ância análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme - este operário das ruínas - 
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,

Ainda a espreitar meus olhos pararoê-los, 
E há de deixar-me apenas os cabelos, 
Na frialdade inorgânica da terra!

Augusto dos Anjos.

Andria, Emilly, Jéssica e Luísa

Reportagem do jornal Futura 27/06/2013


                       

 Andria Rosa

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pré-Modernismo

Emilly Pedroso

Autores Brasileiros Pré-Modernistas

Os Pré Modernistas que se destacaram na prosa foram :

Euclides da Cunha (1866-1909)

Euclides Rodrigues da Cunha foi um escritor, poeta, ensaísta, jornalista, historiador, sociólogo, geógrafo, poeta e engenheiro brasileiro. Ocupou a cadeira 7 na Academia Brasileira de Letras de 1903 a 1906.
Publicou "Os Sertões: Campanha de Canudos" em 1902, obra regionalista, dividida em três partes: A Terra, o Homem, A Luta; retrata a vida do sertanejo e a Guerra de Canudos (1896-1897) no interior da Bahia.

Graça Aranha (1868-1931)

José Pereira da Graça Aranha foi um escritor e diplomata maranhense. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922.
Sua obra que merece destaque é "Canaã" publicada em 1902 cuja obra aborda a migração alemã no estado do espírito Santo. Outras obras que merecem destaque: Malazarte (1914), A Estética da Vida (1921) e Espírito Moderno (1925).

Monteiro Lobato (1882-1948)

José Bento Renato Monteiro Lobato foi um escritor, editor, ensaísta e tradutor brasileiro. Um dos mais influentes escritores do século XX, Monteiro Lobato ficou muito conhecido por suas obras infantis de caráter educativo como, por exemplo, a sério de livros do Sítio do Picapau Amarelo.
Em 1918 publica "Urupês" uma coletânea regionalista de contos e crônicas. Já em 1919 publica "Cidades Mortas" livro de contos que retrata a queda do Ciclo do Café.

Lima Barreto (1881-1922)

Afonso Henriques de Lima Barreto, conhecido como Lima Barreto, foi um escritor e jornalista brasileiro. Autor de uma obra critica veiculada aos temas sociais, o escritor rompe com o nacionalista ufanista e faz criticas ao positivismo.
Sua obra que merece destaque é o "Triste Fim de Policarpo Quaresma" escrito numa linguagem coloquial, o autor faz crítica à sociedade urbana da época, em que critica a sociedade urbana da época.
Jéssica Pessetto
 
 Teve início em 1902 com o lançamento dos livros Canaã Os Sertões e termina com a semana da Arte Moderna em 1922.        
 Não é considerado uma escola literária, porque é somente o período (1902-1922) antes do Modernismo de fato e no qual alguns escritores não adaptados inteiramente às propostas da modernidade.
Seu contexto histórico é marcado por manifestações sociais e regionais como A guerra de Canudos, o cangaço, a crise de misticismo nordestino, a Revolta contra a vacina, a Guerra do Contestado, o Ciclo da Borracha, a Revolta da Chibata, greves operárias e a República o Café com Leite.
 O Pré-Modernismo tem genericamente temas sociais, pois dispõe de uma faceta revolucionária, que capta as dificuldades do homem moderno, da realidade brasileira e reflete novos tipos como a República e os problemas gerados pela abolição da escravatura.
Luísa Barbosa